Quarta-feira, Novembro 14, 2007


Amigos(as) eu confesso que ando meio sumido daqui mesmo, mas não é somente culpa minha.
Como alguns de vocês já devem ter lido, num post antigo, eu estou enfim me aposentado. Depois de praticamente trinta anos de refinaria, vou virar “vagabundo beneficiário”.
Todo esse processo – que deve acabar somente em trinta de dezembro - esta muito corrido, tenho trabalhado MUITO e me sobra muito pouco tempo livre, então é isso. Não; não vou parar de blogar, não sumi, não fui preso pelo “capitão Nascimento” e muito menos fui abduzido. É só uma questão de acabar de passar todas as tralhas e bizus para os desgranhentos lá e estou normal de volta.
Desculpem o sumiço.


NECESSIDADE
Às vezes, é preciso meter o pé na porta,
arrebentar o trinco e fugir.

Às vezes, é preciso desligar a tomada,
e lembrar que a vida não se mede em bits.

Às vezes, é preciso quebrar a vidraça do décimo andar,
chegar na janela e respirar um ar puro.

Às vezes, é preciso, na estrada, acelerar mais que o permitido
e sentir o coração batendo.

Às vezes, é preciso esquecer as responsabilidades
e fazer amor só pelo prazer.

Às vezes, é preciso mandar o saldo à merda
e comprar aquele supérfluo que você tanto sonha.

Às vezes, é preciso esquecer de você mesmo,
e amar intensamente alguém.

Às vezes, mas só às vezes mesmo;
é extremamente preciso ser feliz.




Ultimamente estou sem nenhuma...


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Gostei do jogo de cama!

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Segunda-feira, Novembro 12, 2007


MAUS ELEMENTOS

Havíamos parado para reabastecer, treze amigos, vestidos a caráter, muito couro preto, alguns metais, correntes e caras de maus.

O bichinho era sequinho, sequinho, magro igual sagüi desnutrido.
Foi se chegando devagar, ate que se encostou ao pessoal.
Pé no chão, calção puído, a muito usado, remendado; interessante montagem de remendo se sobrepondo a remendo.
Cabelo cortado com tesoura cega, em casa mesmo, mãos trançadas sobre o peito fino, um gesto instintivo de humildade.

- Taardê.
- Oi.
- Bonitas essas moto.
- Gostou?
- Ôh! Trem lindo sô!
- De onde você é moleque?
- Ué, sô daqui mesmo uai.
- Sei; mas você mora perto daqui?
- Não moçô, moro aqui mesmo, no posto, lá atrás do barraco.

O moleque falava isso, com vários olhos, um nas motos, um na gente, e um atento a cada mordida que dávamos num “pão com coisa” que tínhamos pedido no balcão do boteco do posto.

- Ta com fome moleque?
- Ôh! Sim senhô.
- Quer um pão desses?
- Deus bençoe.

Pedimos outro pão, feito também acompanhado com “coisa” e um copo grande de “pingado”.
O moleque pegou aquilo, e literalmente jogou garganta abaixo, o café com leite quente ainda, deve ter descido queimando.

- Calma moleque vai com calma!
- Tô cum fome moçô.
- Sei mais vá com calma, vou pedir outro.
- Precisa não.

Pedimos, o moleque pegou e repetiu a façanha.
Resolvemos fazer uma vaquinha, cada um deu uns poucos reais. Arrecadamos, não lembro agora, algo em torno de uns cinqüenta dinheiros.

- Tome moleque é seu.
- Vichi! Nossa senhora, precisa não, moçô, isso é muito dinhero.
- Pega lá moleque é seu.

Ele guardou a coleta dentro da mão fechada, e fez questão de agarrar-se as nossas pernas, dizendo “brigadu” a cada um de nos. Levou alguns afagos.
Ligamos as motos, e voltamos todos para estrada, uns dez quilômetros na frente, fomos ultrapassados por uma perua Blazer, com um homem na direção, e algumas pessoas dentro. Durante a ultrapassagem, uma mulher colocou a cabeça para fora da janela e gritou bem alto:

- Bando de maus elementos!!




Dois?


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Mulher de sargitário é...

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Quinta-feira, Novembro 08, 2007


NOTA:
Acho que vou abrir um "terreiro"! Ultimamente o santo anda baixando direto...

ESTRAGA PRAZERES

Tudo bem não ser perfeito, mas precisava ser assim tão errado?

Tinha nascido numa segunda feira às doze horas; errado no dia e na hora. Pois convenhamos que um meio dia de uma segunda, não é hora nem dia de mingúem nascer. Prematuro, nasceu na hora menos esperada.
...Horário errado...

Recém nascido, quando com fome, ficava mudo; quando satisfeito, punha-se a chorar.
...Avisos errados...

Canhoto completo; de mão, de pé e de mente.
...Coordenação errada...

Foi crescendo assim, erradinho, de tudo.
Nunca jogou futebol, nem dançou um samba; brasileiro e carioca, jogava esgrima e ouvia blues.
...País errado...

Adolescente, fez de tudo o que podia, para ser o mais certo possível, e isso na década de setenta, onde ser errado era a coisa mais normal do mundo.
...Maluco errado...

Cresceu e foi trabalhar com química, a matéria que mais detestava no tempo de escola.
...Profissão errada...

Casou e ficou fiel a mulher, achando que isso era o certo.
...Fidelidade errada...

Amou-a, mesmo depois de tantos anos, manteve o amor intacto; mas perdeu-a
...Amou errado...

Pai; tratou os filhos como amigos, e eles partiram, p’ra não mais ver.
...Paternidade errada...

Morrerá assim, no meio de uma festa, bem na hora de cortar o bolo, ou no pipocar dos fogos de ano novo, morte torta, súbita, estragando prazeres.
Não poderá ser diferente.
...Morte errada...



O pulo da gata!


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Assim não vai pro céu...

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Terça-feira, Novembro 06, 2007


E AGORA ?
Agora estavam os dois ali, um olhando para o outro, como aquela cara de “ai meu São Joãozinho” e agora ?

- O que foi que nos fizemos?
- Nem fale, melhor nem falar.

Tinha sido tudo culpa do natal, tudo culpa daquela maldita bicicleta nova.
Foi assim, Maria, menina moça do interior mineiro, tinha acabado de ganhar de natal, uma bicicleta novinha em folha, linda, vermelha com direito a cestinha no guidão e fiapos coloridos presos nos punhos.
Ela tinha, faz tempo, manifestado o desejo de ter uma bicicleta, pois com ela, poderia ir para escola, ir à venda da estrada, enfim andar pelas ruas e estradas daquela pequena cidadezinha.
No dia seguinte ao natal, saiu cedo p’ra rua para estrear logo o presente, andou uns poucos metros, quando passou na frente da casa do João, também menino e amigo de escola, parou e pois-se a bater palmas.

- Fale!
Disse lá de dentro da casa o amigo.
- Pois vamos andar por ai de bicicleta?

Como todo rapaz novo, João saiu animado, mais com a novidade da bicicleta nova do que com qualquer outra coisa.

- Bicicleta nova é?
- Ganhei de natal.
Disse Maria animada.

João foi lá dentro, pegou sua bicicleta, já bastante surrada, e saiu para passear com a mocinha.
Era dezembro nas minas gerais, um calor forte, anunciava o forno que iria ser aquele verão.
Os dois puseram-se a andar pelas ruas, pegaram a estradinha da ribeira e enveredaram-se pelas estradinhas vicinais que só no interior a gente encontra.
Andaram, andaram, ate cansar e matar a vontade de andar de bicicleta que Maria tinha.
Fazia um calor de matar sabiá, quando os dois ciclistas passaram bem na beiradinha do ribeirão das grutas. A idéia foi mutua:

- Vamos parar p’ra refrescar um pouco?
- Boa idéia, tô mortinha de calor.

Apearam das bicicletas, e se chegaram na beira do riacho. Foi o que bastou. Maria, derrapou no barro da beira e foi direto p’ra dentro d’água.
Caiu de cara, assusto-se e bebeu um montão dela, tossiu, perdeu o fôlego, quase foi. Teria ido se não fosse o rapaz, que acabara de tirá-la da água. Ela tossindo, sem fôlego, afogada, desmaia, não desmaia, deitou no chão sem ar.
João que tinha visto isso na TV, resolveu fazer um boca a boca.
Fez; um, dois, três, quatro...
De repente o ‘afogo’ dela passou, mas tanto ela com ele começaram a sentir um calorão, uma quentura, uma espécie de comichão nas partes, ele foi tomado por uma espécie de ‘doidura’ e ela também.
Assim sem mais nem menos, foram se apalpando, se esfregando, era a mão naquilo e aquilo na mão... Maria foi tirando o vestidinho florido e ele a calça de brim, sapatos voaram, calcinhas caíram; fogo, era tudo um fogo que água nenhuma apagaria.
Pararam cansados, molhados, sujos de barro e gotas de sangue.

E foi isso.
Horas depois, estavam os dois ali, um olhando para o outro, como aquela cara de “ai meu São Joãozinho” e agora?



Tudo começou com


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Bicho ou

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Domingo, Novembro 04, 2007


FRIO
- Hei, volte aqui!

Foi a ultima coisa que eu ouvi.
Eram umas quatro horas da manhã, daquela sexta feria, e eu havia acabado de sair da casa do Julio, onde tínhamos gasto algumas horas as voltas com “streat flash’s” e cervejas geladas, como era praxe, toda a bendita primeira sexta feira do mês.
Havia montado na moto, e rodado não mais que uns cinco quilômetros, quando recebi o sinal característico, vindo das parte baixas.
Sinal nítido, indiscutível, mostra de excesso de ingestão de cerveja. Precisava urgentemente de um lugar escondido, onde pudesse reduzir a quantidade de líquidos corpóreos.
Comecei a procurar, mas notei, quase em desespero, que toda a cidade havia resolvido sair naquela madrugada de sexta, não achava um lugar solitário no mundo.
Virei a esquerda na próxima esquina, desviando absurdamente meu roteiro, na busca de cantinho ideal, e nada; gente, gente, gente...
Mais uma virada a direita e acabei dando de cara com um barzinho no meio da quadra escura. Não tive outro pensamento sequer, a não ser parar ali. Estacionei a moto junto ao meio fio, desci rápido e entrei no bar.
Hoje passado o fato, sei que chamar aquele estabelecimento de bar é puro exagero da minha parte; pois aquilo poderia no máximo ser chamado de boteco de quinta categoria, mas deixa p’ra lá.
Entrei no tal barzinho, e instintivamente corri o olho ao redor, e minha adrenalina subiu. Numa mesinha velha, estavam duas moçoilas da vida, com suas meias rendadas, seus batons muito vermelhos e seus cinqüenta aninhos bem vividos; no balcão, uns dignos representantes do demo, ou no mínimo manequins de presidiária; um travesti bêbado, um possível ladrão, pois ostentava na cintura um imenso trinta e oito reluzente e uma outra certa quantidade de seres noturnos de aspecto nada confiável. Atrás do balcão, um gordo de aspecto sujo, 'jazia' sentado num banco alto, explorando a narina esquerda como o dedo minguinho.

- Você tem banheiro aqui?
- Tenho só pra freguês...
- Ta bom, onde é ?
- Lá nos fundos, mas vai ter que comprar alguma coisa.
- Põe um café ai que eu já volto.

Voei para a porta do banheiro, onde se via um WC pintado com tinta preta e um pincel torto. Estava eu ali, porta fechada, reduzindo o nível liquido, que naquela altura deveria estar próximo ao meu pescoço, quando ouvi vozes cochichando do lado de fora.
Apurei o ouvido e ouvi um trecho da conversa.

- Quando ele sair a gente dá um “güenta” nele...

Meu sangue gelou nas veias; será que eu havia escutado direito ? Será que era aquilo que eu tinha imaginado?
Não iria ficar ali pra ver, sem ter muito o que fazer, respirei fundo, afastei o corpo, e com um brusco empurrão como o pé abri a porta, mal isso se deu, sai feito um doido correndo dali, passei pelo balcão, onde meu café me esperava num copo ensebado, montei na moto e sumi pela rua acima.

Algo me gelou, um vento frio, nunca sentido antes, e num lugar pouco acostumado ao vento...
Foi a primeira e ultima vez, que andei de moto com a calças abertas.



Outro uso para sua placa de vídeo velha!


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Dizem que isso matou o gato...



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NOTA:
Meus sistema de comentários do Blogger.com.br resolveu simplesmente sumir, acho que foi aproveitar o feriado em Aruba!
Vai ficar ali; esperando quem sabe um dia ele da uma de filho pródigo e retorna?
Fica ai o sistema do HaloScan para se alguém tiver afim de comentar as bobeiras daqui...
Abraços.
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Quinta-feira, Novembro 01, 2007



GADO DE CORTE

Numa sacada de um bar qualquer num país conhecido por ser excelente plantador de bananas.

-Levantai-vos bananeiros, levantai-vos contra o que vos oprime, às armas se preciso for; que derramemos se for imprescindível o nosso rubro sangue sobre o solo das ruas dessa nossa terra mãe.

-Mesmo que mães percam seus rebentos e mesmo que filhos venham a se tornar órfãos, será válido, para que de novo possamos nos ver livres das garras opressoras dessa tirania infame.

-Mesmo que morramos tentando; valerá a pena, pois sempre vale a pena, a luta pela liberdade. Que nosso sacrifício possibilite enfim, que o “sol da liberdade em raios fulgidos, brilhe no céu da pátria, em todos os instantes”.

-Ergamos a cabeça, altiva e corajosamente, por sobre os vis, ofereçamos nossos peitos nus, ao tiro da canalha. Sejamos livres, se não na vida, então na morte heróica.

Aplausos e gritos...

-E ai, como fui?
-Lindo companheiro ficamos arrepiados com o que você disse.
-Será que fui convincente? Será que eles tomarão alguma atitude?
-Sem duvida companheiro, já vejo as conseqüências desse teu discurso, estampado em jornais de todo o mundo.
-Tomara!
-Sem duvida, já posso ouvir o rumor crescente nas ruas. Com certeza, o povo já esta às ruas, bradando hinos, lutando.
-Ótimo, tens certeza disso?
-Lógico companheiro!
-Então...Garçom, trás mais uma, bem gelada e ligue a TV no canal do futebol.




Não aqui...


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Tá mas que diabos é isso?

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Quarta-feira, Outubro 31, 2007


Tá eu sei que esse post provavelmente não será de interesse de praticamente ninguém. Afinal é muito especifico, sobre um assunto (uma banda de rock!) e são poucos o “fãs fanáticos” que dele tirarão algum proveito; mas foi a pedidos, um amigo que como eu "respira Pink Floyd direto", me pediu pra postar.

- Pô Magro! Onde tu arruma essas coisas?
- Ora por ai, afinal são mais de 30 anos de “juntação”...
-Caracas, você deveria compartilhar isso com o “povo”.
-Ah cara! Hoje ninguém mais, ou muito poucos querem saber de Pink Floyd, o negocio é pagodinho e funk..
-Éééca! Nada velho. Tu não tem um blog? Coloca lá e avisa o “povo”, ‘pra eles copiar...’ Eu pelo menos vou ficar de devendo “umas”...


Então tai! Passo depois pra cobrar essas “umas” geladas.


VOCE SABIA? - PARTE UM
É infelizmente - PARTE UM - vão ter outras iguais... Desculpem.

TODAS AS PALAVRAS DE AZUL SÃO LINKS!

- Muitos acham que o primeiro álbum do Pink Floyd foi o The Piper At The Gates Of Down , mas na realidade, o primeiro álbum lançado foi um compacto chamado The First 3 Singles. Este compacto é composto por seis canções e traz os primeiros singles da banda: Arnold Layne e See Emily Play. O álbum contém ainda Candy And A Currant Bun, Scarecrow, Paint Box e Apples and Oranges que foi o 3° single lançado pelo Floyd.

- Que a musica Echoes tem 23:33 min de duração.

- Que Nick Mason foi o único integrante que participou em todos os discos

- Que Seamus é a quinta faixa do álbum Meddle e também o nome de um cachorro que pertencia a um amigo íntimo da banda, Steve Marriott .
Steve Marriott morreu em 1991, foi um vocalista, compositor e guitarrista. Obteve destaque nas bandas "The Small Faces" e "Humble Pie". Anos depois a música "Seamus" apareceu na adaptação para o cinema da peça "Rosencrantz & Guildenstern Are Dead", do dramaturgo britânico Tom Stoppard.

- Que a Fender Stratocaster é a marca da guitarra preferida do Gilmour e que é dele a Fender Stratocaster 001.

- A banda teve alguns nomes até a inclusão de Syd Barrett que a denominou The Pink Floyd Sound , uma homenagem aos blues-men Pink Anderson e Floyd Council que eram influências de Barrett. "The Pink Floyd Sound" é o título de um álbum lançado pelos blues-men e provavelmente foi a fonte de inspiração para Syd batizar a banda. Mais tarde o nome foi abreviado e a banda passou a chamar-se apenas Pink Floyd.

- Que o album Wish You Were Here , de 1975, um álbum conceitual que traz como tema principal a ausência e sua influência em nossas vidas. É praticamente um álbum tributo a Syd Barrett, fato que se torna evidente nas faixas: Shine On You Crazy Diamond e Wish You Were Here . Nesta grande obra do Floyd podemos perceber David Gilmour no auge da inspiração, como se dedicasse cada nota musical ao amigo Barrett.

- Que a Emily da musica See Emily Play era Emily Tacita Young, filha de Baron Kennet. Emily era chamada de "The Psychedelic Schoolgirl" no UFO Club , local onde o Floyd se apresentava em 1966. E não a versão mais conhecida de que seria visões que Barrett tinha durante as alucinações provocadas pelo uso de LSD.

- Que David Gilmour, antes de ser convidado para entrar no Pink Floyd, tocava num trio chamado Joker's Wild que era composto por David Gilmour, Ricky Wills’s e Willie Wilson. O Joker's Wild não foi a última banda de Gilmour antes de se integrar aos Floyd; ainda em 67 a banda foi desfeita e ele formou um novo grupo de nome "Bullitt".

- Que o nome da vaca que aparece na capa de Atom Heart Mother era Lulubelle III e seu dono ganhou somente pouco mais de 1000 dólares por a vaca de sua propriedade estampar o álbum do Floyd.

- Que o nome da usina, atualmente desativada, que ilustra a capa de Animals é Battersea Power Station

- Que o álbum Animals foi inspirado no livro A Revolução dos Bichos de George Orwell .

-Que Roger Waters costumava responder a crítica que na época se referia ao som da banda como "space rock" com: “- No espaço só há silêncio”.

-Que o pai do Roger Waters morreu numa batalha da 2ª guerra mundial? Eric Fletcher Waters , pai de Roger Waters, era um comunista e pacifista. Ele lutou na Segunda Guerra Mundial e morreu durante um bombardeio nazista na "Batalha de Anzio", na Itália. Na época, o pequeno George Roger Waters tinha apenas cinco meses de vida.
Eric Fletcher Waters integrava a companhia "C" da "Royal Fusiliers" inglesa que fazia parte do exército aliado que invadira a Itália, então dominada pelos Nazistas comandados por Hitler e apoiados pelo regime Fascista italiano comandado por Mussolini.

- A faixa que trata explicitamente da tragédia da morte do pai de Waters pode ser apreciada no filme The Wall , lançado em 1982 e também na reedição de 2004 do álbum The Final Cut , originalmente lançado em 1983.
Trata-se da musica: When the Tigers Broke Free (Quando Os Tigres Se Libertaram).



Adoro o verão...


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Af !

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Postado pelo velho ranzinza
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EU:
-Muito provavelmente nasci muito antes que você.
-Carioca radicado em Curitiba.
-Formado pelo extinto Mobral.
-Pós-graduado no Tele Curso segundo Grau.
-Radical xiita em matéria de música.
-Casado por opção.
-Pai por alegria.
-Petroleiro por necessidade.
-Brasileiro por sacanagem dos deuses.

ATENÇÃO!
Dou-me ao direito de escrever cachorro com X e assim com Ç, nunca liguei pra português nos meus tempos de escola e não seria agora que vou me preocupar com isso.


Re-inicio em:

15/07/2007

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